Nos Livros de Actas da Junta de Freguesia,em Maio de 1858, pode ler-se o seguinte: No Adro junto à porta travessa da Igreja da parte do Norte há duas campas de pedra que cobrem as sepulturas em que jazem os corpos de inidivíduos que foram membros desta freguesia,as quais por estarem mais elevadas do que a terra,fazem correr as águas quando chove para dentro da Igreja,o que causa uma ruína no pavimento do edifício e por esta razão determina esta Junta que sejam intimados os familiares a quem aquelas pertençam para fazerem rebater as ditas campas até que fiquem na profundidade que não empeçam a corrente das águas.O que também se ordena ao Regedor para se levar a efeito.Assinam esta Acta -O Presidente,Joaquim Manuel da Silva Leal;Os vogais,José dos Santos Ramalho e Paulo José Custódio;O Regedor,José Lopes Nogueira;O Secretário,José Rodrigues de Ascensão.
Um pouco de história não fica mal em tempos conturbados,acho eu.