A Revolução de Abril de 1974
Certo dia o capitão Salgueiro da Maia dirigiu-se à caserna e perguntou aos seus soldados se estavam dispostos a ajudá-lo numa revolução que tinha como objectivo derrubar o governo de Marcelo Caetano e tornar livre o nosso país numa República democrática.
O 25 de Abril de 1974 foi a data em que num só dia Portugal, se libertou do regime político que durava desde 1926.
O golpe militar foi dado pelo MFA (Movimento das Forças Armadas), e pelos capitães que tinham participado na Guerra Colonial.
A revolução ficou também conhecida como a Revolução do Cravos. Porque, uma senhora que se dirigia para o local onde trabalhava, uma pastelaria ,levava consigo cravos para a enfeitar. Sendo impedida de ir trabalhar, graças à revolução, começou a distribuir os cravos vermelhos pelos soldados que os colocavam no cano da espingarda, que mesmo que disparassem iam disparar uma inofensiva flor que não magoaria ninguém.
A revolução contada
Tudo começou no dia 25 de Abril de madrugada quando os soldados do MFA tomaram a Rádio Clube Português e começaram a passar músicas que até ai eram proibidas, tais como “Grândola Vila Morena “ de Zeca Afonso. Era um cantor que era proibido ouvir porque as suas canções falavam de liberdade.
A intenção do MFA era transmitir à população o que queriam acabar com a guerra colonial, derrubar o regime ditatorial do estado novo , dar liberdade de expressão e liberdade politica, desenvolver o pais e criar um estado democrático onde todas as pessoas fossem livres.
- Salgueiro Maia
- Otelo de Saraiva de Carvalho
- Vasco Lourenço
- Melo Antunes
- Vítor Alves
- Sousa e Castro
Conclusão
O 25 de Abril deu-nos muitas liberdades principalmente de expressão e politica.
Foi muito importante para nós porque não imagino estarmos no Século XXI sem podermos dizer aquilo com que concordamos ou não, sem nos podermos exprimir livremente.
Também porque o país desde aí se tem desenvolvido cada vez mais. Pois se ainda estivéssemos em ditadura não nos tínhamos modernizado, não poderia haver Internet porque as noticias dos jornais estrangeiros não poderiam falar em eleições livres que seriam impossíveis de realizar. E isto é só uma das muitas das coisas de que nos teríamos de privar. Tira-se também uma conclusão: que a melhor forma de o Povo não barafustar é mantê-lo na ignorância para ele não raciocinar e não se revoltar, uma das razões pela qual antigamente as pessoas só estudavam até à 4ª classe e, também, por falta de alimentos.